Ok, se isso aqui tamém se presta a um diário vamos lá:
Escrito retardatário:
Sexta feira 1º de agosto de 2008. 16:45hs
Estou ansioso e emocionado.
Era para ser um dia tolo como outro qualquer. Fui visitar minha mana gravidinha, ajudei pendurando uma cortina para o futuro quarto do Baby, ouvindo o ti ti ti das duas - da mana(futura mãe) e de mamãe (futura vó).Ouvi as novas: o caso do conhecido que suicidou-se jogando-se de uma ponte em New Jersey, os modelos de almofada criado por elas, as dificuldades de montar o escritório no quarto de empregada, a influência da lua nos partos ... Voltei pra casa. Estava sem muita vontade de computador. Aí resolvi que este dia não ficaria neste marasmo. Inventei um grande acontecimento para ele: fui comprar uma bicicleta. Foi uma pechincha a bike estava em bom estado com pouco o que fazer. Fechei o negócio e tal. Deixei a bike na oficina. Mas sabe que não veio uma sensação de grande coisa. Talvez porque tive pena do cara que me vendeu. O cara estava fudido de grana, precisava vender o troço mas visivelmente gostava muito. Estava na dúvida quanto ao negócio. Começou a contar seus motivos para isso ou para aquilo. Foi me dando uma agonia que...
- O preço é esse? Você me diz. Se for , compro agora.
Ok. O acontecimento do dia foi este. Não foi como quando eu ganhei a primeira bicicleta na época do “ não esqueça minha caloi” , Mas foi uma alegriazinha para atenuar.Já estava me conformando... (paro de escrever toca o celular)
Minha mãe: 18:00hs a sala de parto vai está ocupada pela sua irmã!
Tá aí o acontecimento. Agora já não há marasmo, mas também já não consigo pensar coisa com coisa. Paro por ......


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