27.5.11

Mantra psicossomático-canção-do-mundo

Um galo urbano - o último - improvisava sua ária quando os filetes de sol rasgavam o mar no horizonte. Não perguntem como, mas entre acordar e dormir me vieram essas palavras que não pude deixar de trancrever:


- Agora vamos repetir:
Eu, você e a Terra
Sempre inteira para contigo
Sempre inteira para comigo
 Sol, tem um, e água de correnteza
Ao ópio com a morte!
(Te afasta! te arreda! te vai!
E só venha em hora justa.
Fogo afaga a água
Chuva afoga o fogo
Em água de correnteza
Sempre cheia para comigo!
Sempre cheia para contigo!

1 comentários:

Bruno disse...

Noooooooossa nossa... Olha quem está de volta, depois de um hiatus semimortal!
E ele vem do meio do crânio!